Publicado por: alexandra | fevereiro 1, 2008

De amor e de guerra ¹

“O amor é como a guerra: fácil de começar,
mas difícil de terminar.” (Anônimo)
.
.
“Em nome da fronte perfeita profunda,
Em nome dos olhos que eu contemplo,
Em nome da boca que estou beijando,
No dia de hoje e para todo sempre…
.
Em nome da esperança sepultada,
Em nome das lágrimas no escuro,
Em nome de prantos de que rimos,
Em nome de risos que dão medo…
.
Em nome de risos pelas ruas,
Da doçura que liga nossas mãos,
Em nome dos frutos recobrindo as flores
Em cima da terra bela e boa…
.
Em nome dos homens aprisionados,
Em nome das mulheres deportadas,
Em nome de todos os camaradas
Martirizados e assassinados
Por nunca terem aceitado a sombra…
.
É o novo dever drenar a cólera
E fazer com que a arma se levante
Para bem alta preservar a imagem
Dos inocentes que, por toda parte
Acossados, haverão de triunfar…”.
.
(Paul Éluard, em 1943, com a França ocupada pelas tropas nazistas)

Responses

  1. muito bom bjs

  2. Sem palavras!

    ñ imaginava que havia tanto amor pela alma em vc!

    vc me surpreende a cada nova postagem…

    Isso sim, é nobreza, não de coração, mas de ALMA!

    Vida Longa, minha companheira!

    Saúde e Sabedoria!

    bjos

    Aislan Diego

  3. Embora, neste momento eu não saiba o porquê… mas me fez lembrar Thomaz Hardy!

  4. Obrigada a todos!

    Hum, também não sei, Lineri, talvez por o Thomas ter criado personagens que lutavam contra as paixões e circunstâncias?

    Abraços…


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